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Adubo do futuro garante maior rentabilidade e menor agressão ao solo

Ao aliar matérias-primas e processos diferenciados, a Ferticel potencializa o aproveitamento de nutrientes e propicia manutenção do solo

Menor custo, aumento da produção, menor agressão e maior recuperação de solo com sustentabilidade. Esses são os ganhos que o produtor tem ao utilizar em sua lavoura o adubo do futuro. A Ferticel, que está há 25 anos no mercado, projeta dobrar sua produção nos próximos cinco anos, tendo em vista a demanda pelo seu fertilizante, que utiliza menor quantidade de insumos não renováveis.

“Com uma economia que pode chegar a 15% para o produtor, o adubo Ferticel reúne insumos que também garantem maior produtividade”, afirma Fernando Enderle, gerente comercial da Ferticel.

“Além de o fertilizante da Ferticel ser mais barato, há outros elementos que garantem ao produtor, por um lado, reduzir custos e, por outro, aumentar a produtividade”, destaca.

É o caso do produtor Celso Spanholi, de Santo Expedito do Sul (RS). Desde 2008, ele cultiva 100% de sua lavoura com adubo da Ferticel. Em 2011, Spanholi chegou à marca de 70 sacas de soja por hectare. Já em 2012, foram 55 sacas de soja por hectare. O resultado desse último ano só não foi melhor devido a seca que afetou a colheita. Mesmo assim, os resultados, comparados às áreas vizinhas, foram muito superiores.

Menor agressão ao solo

Com matérias-primas e processos diferenciados, o adubo Ferticel potencializa o aproveitamento de nutrientes, propiciando gradativa recuperação do solo, com maior retenção de fósforo e potássio, além de maior equilíbrio na liberação desses nutrientes para as plantas.

Desse modo, alimentando a planta de forma equilibrada, o adubo do futuro gera uma redução da acidez do solo, preservando- o por mais tempo sem a necessidade de se investir na sua correção, e, consequentemente, evitando maiores gastos por parte do produtor.

Devido às matérias-primas que compõem os adubos Ferticel, ele sofre menor variação cambial, em comparação com os adubos tradicionais. Praticamente a totalidade dos fertilizantes vendidos hoje no mercado brasileiro são de empresas multinacionais, que estão sujeitas, basicamente, a três variações mercadológicas: variação do dólar, variação atrelada ao preço das commodities e produção internacional.

“Para se ter uma ideia da importância disso, em 2008, devido ao grande consumo de fertilizantes no mundo, o custo do produto subiu 70% em poucos meses. Para o produtor brasileiro, que é dependente da importação, só restou pagar o preço pedido. Além dessas altas internacionais, sofremos em vários períodos, quando houve variação de câmbio e os valores subiram internamente no Brasil, nem sempre acompanhados dos aumentos das commodities”, explica Fernando.

Até 2020, a previsão é que o consumo de fertilizantes cresça cerca de 30% somente no Brasil. É nesse cenário que, segundo Fernando Enderle, a Ferticel se baseia para garantir um aumento substancial de sua penetração no mercado, com um produto que alie rentabilidade e menor agressão ao solo.